Gestão, Planejamento

A trilogia da transformação digital no RH – Implantação consultiva

No capítulo anterior, descobrimos como o RH pode fazer parte da transformação digital (e que isso não é “só de TI”). Como ser estratégico gerindo pessoas de forma descentralizada e tudo isso em um mundo corporativo onde a qualquer momento poderá ser surpreendido com decisões as quais não teve poder de escolha, por exemplo projeto novo.

A trilogia da transformação Digital no RH

#ImplantaçãoConsultiva

“Você fará parte da implantação do novo software de RH”……

E agora?

Para toda menção à palavra implantação, haverá aquele nó na garganta de quem virou recurso do projeto (querendo ou não) de atualização ou entrada de um novo software corporativo, seja ele para área de RH, TI, financeiro, compras…

Gerente de projetos, status report, cronograma, sponsor, key users, ágil, termo de aceite, termo de encerramento, marcos do projeto…. (ôôôloco meu….) são alguns termos que uma implantação carrega. E ela não vem sozinha: traz toda aquela equipe de consultores que insistem em dizer o melhor jeito de fazer diferente, o que é feito atualmente. Por isso são tão amados, né? rs…

Que tal entregas baseadas em metodologias com uma sopa de letrinhas que acabavam fazendo parte da nossa insônia?

Podemos somar a pressão do dia a dia nessa matemática?

Te assustei?

pausa para reflexão… ]

“Péraí”: E eu terei que encarar tudo isso e ainda meu trabalho diário, e você pergunta se me assustou, Rafael?

Calma!! O projeto só está começando, e acredite! Não é o fim do mundo!

Primeiro passo, precisa ter empatia para um projeto ser bem conduzido. Empatia na prática, ok? (e com todos !!!). Entender o quanto aquele processo é impactante para quem executa ou a forma que ele é executado. A dor pode estar no simples. Entenda os envolvidos. (dica de ouro, viu?)

Segundo passo, reconheça a dor: “Ela” é a espinha dorsal do acompanhamento. “Ela” direcionará toda a implantação. Consultor e processo consultivo podem ser muito parecidos em seus significados e definições, mas muito diferentes na vida real.

Terceiro passo: conheça seu fornecedor! Alinhe com ele sua cultura, seus processos, fale sobre os envolvidos. Não pratique o “quem mexeu no meu queijo”.

 

O papel do RH em uma implantação consultiva precisa ser bilateral e essa troca precisa fazer sentido para o negócio, para o resultado final. Você sabe qual o resultado final?

Metodologias serão necessárias e é preciso estar apoiado em melhores práticas. Sabemos o quão importante é gerir pessoas. Mas vamos lá: Lembra quando falamos no primeiro capítulo sobre sermos agentes da transformação?

Quem disse que vida de RH é fácil?

Continua……

Autor:

Rafael Montagnoli

Gerente de Serviços e PMO

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